Falha normal – Tecto desloca-se para baixo relativamente ao muro (ângulo obtuso entre o plano de falha e o plano horizontal). Resultam de tensões distensivas, como as que existem em zonas divergentes de placas.
Falha inversa – Tecto desloca-se para cima relativamente ao muro (ângulo agudo entre o plano de falha e o horizontal). Resultam da actuação de tensões compressivas, nomeadamente em zonas convergentes de placas.
Falha de desligamento – São falhas resultantes da acção de tensões cisalhantes. O movimento pode ser lateral direito ou lateral esquerdo e paralelo à direcção do plano de falha. Ocorrem frequentemente em limites conservativos de placas.
Tensões
A dinâmica da própria litosfera origina forças tectónicas que tendem a deformar os materiais rochosos. Esta deformação pode traduzir-se pelo aparecimento de falhas e dobras nas estruturas geológicas, dependendo do estado de tensão e do comportamento dos materiais das rochas.
Estado de tensão compressivo – origina falhas compressivas ou inversas, e dobras;
Estado de tensão distensivo – origina falhas normais ou extensivas, e estiramentos;
Estado de tensão cisalhante - origina falhas de cisalhamento ou cisalhamentos.
Reflexão: O resultado da deformação de estruturas geológicas, depende de características estruturais das rochas como a pressão, a temperatura a que estão sujeitas, e ainda o comportamento dos materiais. Este pode ser dúctil (elevadas pressões e temperaturas) ou frágil (baixas pressões e temperaturas), originando dobras ou falhas, respectivame
Estado de tensão compressivo – origina falhas compressivas ou inversas, e dobras;
Estado de tensão distensivo – origina falhas normais ou extensivas, e estiramentos;
Estado de tensão cisalhante - origina falhas de cisalhamento ou cisalhamentos.
Reflexão: O resultado da deformação de estruturas geológicas, depende de características estruturais das rochas como a pressão, a temperatura a que estão sujeitas, e ainda o comportamento dos materiais. Este pode ser dúctil (elevadas pressões e temperaturas) ou frágil (baixas pressões e temperaturas), originando dobras ou falhas, respectivame
Deformações
Tensões litostáticas - esta tensão resulta da tensão exercida pelo peso da massa rochosa suprajacente; é exercida de igual modo em todas as direcções, para profundidades de 3 km; origina a diminuição do volume dos materiais rochosos, consequentemente aumenta a sua densidade.
Tensões não litostáticas - este tipo de tensão resulta das forças tectónicas (compressivas, distensivas, cisalhamento); produzem uma orientação preferencial dos minerais, que ficam alinhados perpendicularmente à direcção da força.
Reflexão: Os minerais que constituem as rochas são mais estáveis em ambientes semelhantes àqueles que estiveram presentes durante a sua formação. E, quando são sujeitos a tensões litostáticas ou não litostáticas, essas condições mudam. Os minerais podem ser transformados, devido a novos arranjos de partículas,, ocorrendo desta forma a recristalização.
Tensões não litostáticas - este tipo de tensão resulta das forças tectónicas (compressivas, distensivas, cisalhamento); produzem uma orientação preferencial dos minerais, que ficam alinhados perpendicularmente à direcção da força.
Reflexão: Os minerais que constituem as rochas são mais estáveis em ambientes semelhantes àqueles que estiveram presentes durante a sua formação. E, quando são sujeitos a tensões litostáticas ou não litostáticas, essas condições mudam. Os minerais podem ser transformados, devido a novos arranjos de partículas,, ocorrendo desta forma a recristalização.
Creation (Criação) - Charles Darwin
Charles Darwin é representado pelo aclamado actor britânico Paul Bettany, e sua mulher, Emma Darwin é feita pela Jennifer Connelly. Dirigido por Jon Amiel. Criação é baseada em livro de Randal Keynes, sobre a vida de seu bisavó, Charles Darwin.
Lamarckismo Vs. Darwinismo
Lamarckismo, o meio cria necessidades que determinam mudanças na morfologia dos individuos que, pelo uso, se estabelecem, tornando-os mais bem adaptados. Essas caracteristicas são transmitidas aos descendentes.
Pelo Darwinismo, entre os individuos de uma espécie existem variações. O meio exerce uma selecção natural que favorece os individuos que possuem as caracteristicas mais apropriadas para um determinado ambiente e num determinado tempo, tornando-os mais aptos e eliminando gradualmente os restantes.
Pelo Darwinismo, entre os individuos de uma espécie existem variações. O meio exerce uma selecção natural que favorece os individuos que possuem as caracteristicas mais apropriadas para um determinado ambiente e num determinado tempo, tornando-os mais aptos e eliminando gradualmente os restantes.

Sabias que...? Homens nao "engravidam"??
Anju Bhagat é indiano. Vive na cidade de Nagpur e, desde sempre, teve a noção de que a sua barriga era maior do que o normal.A situação foi piorando até que, numa noite de Junho de 1999, Sanju começou a sentir grande dificuldade em respirar. Uma ambulância levou o homem de 36 anos ao hospital. Os médicos pensaram que talvez tivesse um tumor na barriga. Decidiram então operá-lo e tentar removê-lo.
Quando o cirurgião lhe abriu o estômago, o extraordinário aconteceu: “Para minha surpresa e horror” – contou Ajay Mehta, o médico que o operou no hospital Tata Memorial – “vi umas mãos humanas estendidas como se me fossem cumprimentar.” À medida que prosseguia, ia retirando do estômago do indiano órgãos humanos: um fígado, partes genitais, cabelo, rins. Tão grandes eram os restos que a dilatação do estômago já fazia uma enorme pressão sobre o diafragma do homem, impedindo-o quase de respirar. Na barriga do desgraçado Sanju estavam os restos de uma criatura humana mal-formada cujas origens os médicos iam agora determinar.
À primeira vista, poder-se-ia pensar que o impossível acontecera e o homem tinha engravidado. A explicação é muito mais bizarra: o que os médicos removeram do estômago de Sanju foi o seu irmão gémeo. Por outras palavras: o que descobriram foi uma das mais bizarras situações médicas existentes no mundo, a chamada Fetus in Fetu. Fetus in Fetu é uma rara anormalidade que ocorre quando um feto fica preso no interior do seu irmão gémeo. O feto “parasita” pode sobreviver durante algum tempo após o nascimento do irmão, pois desenvolve uma estrutura do tipo cordão umbilical para se alimentar.
Este tipo de ocorrência é tão rara que, em toda a história da literatura médica, ficaram registados menos de 90 casos.
Reflexão: Achei muito interessante por este história no blog, afinal trata-se de uma mutação genética; e também porque é sem dúvida uma das histórias mais bizarras que já li!!
Quando o cirurgião lhe abriu o estômago, o extraordinário aconteceu: “Para minha surpresa e horror” – contou Ajay Mehta, o médico que o operou no hospital Tata Memorial – “vi umas mãos humanas estendidas como se me fossem cumprimentar.” À medida que prosseguia, ia retirando do estômago do indiano órgãos humanos: um fígado, partes genitais, cabelo, rins. Tão grandes eram os restos que a dilatação do estômago já fazia uma enorme pressão sobre o diafragma do homem, impedindo-o quase de respirar. Na barriga do desgraçado Sanju estavam os restos de uma criatura humana mal-formada cujas origens os médicos iam agora determinar.
À primeira vista, poder-se-ia pensar que o impossível acontecera e o homem tinha engravidado. A explicação é muito mais bizarra: o que os médicos removeram do estômago de Sanju foi o seu irmão gémeo. Por outras palavras: o que descobriram foi uma das mais bizarras situações médicas existentes no mundo, a chamada Fetus in Fetu. Fetus in Fetu é uma rara anormalidade que ocorre quando um feto fica preso no interior do seu irmão gémeo. O feto “parasita” pode sobreviver durante algum tempo após o nascimento do irmão, pois desenvolve uma estrutura do tipo cordão umbilical para se alimentar.
Este tipo de ocorrência é tão rara que, em toda a história da literatura médica, ficaram registados menos de 90 casos.
Reflexão: Achei muito interessante por este história no blog, afinal trata-se de uma mutação genética; e também porque é sem dúvida uma das histórias mais bizarras que já li!!
Ciclo de vida
O ciclo de vida de um ser vivo é a sequência de etapas por que passa o organismo desde a sua origem até ao momento que se reproduz.
Num ciclo de vida de um ser que se reproduz sexuadamente há dois fenómenos complementares: a fecundação e a meiose. A fecundação, ao duplicar o número de cromossomas do ovo, inaugura uma etapa do ciclo de vida em que as estruturas dele resultantes são constituídas por células diplóides – a diplofase – que termina na meiose. A meiose dá ínicio a uma etapa do ciclo de vida em que as estruturas possuem células haplóides – a haplofase – que termina na fecundação. Esta alternância entre diplofase e haplofase chama-se alternância de fases nucleares.
Há diversos ciclos de vida, no entanto eles possuem em comum a complementaridade da meiose e da fecundação e uma alternância de fases nucleares. Os ciclos de vida distinguem-se sobretudo pelo momento do ciclo em que ocorre a meiose. Existem assim três tipos de ciclos de vida:
Ciclo de vida haplonte – a meiose ocorre imediatamente após a formação do ovo – meiose pós-zigótica. A diplofase está resumida ao ovo, pertencendo todas as outras estruturas à haplofase, incluindo o organismo adulto.
Ciclo de vida diplonte – a meiose ocorre antes da formação dos gâmetas – meiose pré-gamética. As gâmetas são as únicas células haplóides devido a este acontecimento, sendo todas as outras estruturas pertencentes à diplofase, incluindo o organismo adulto.
Ciclo de vida Haplodiplonte - a meiose ocorre antes da formação de esporos – meiose pré-espórica. A haplofase inicia-se com os esporos que, através de mitoses sucessivas, originam estruturas multicelulares, os gametófitos, onde se formarão os gâmetas femininos e masculinos (oosferas e anterozóides). Após a fecundação, o zigoto inicia a diplofase e origina uma entidade multicelular diplóide que, na maioria das plantas, é a planta adulta. Essa planta adulta, o esporófito, irá sofrer meiose originando esporos. Para além de ocorrer alternância de fases nucleares, existe também uma alternância de gerações, a geração gametófita e a geração esporófita.
Num ciclo de vida de um ser que se reproduz sexuadamente há dois fenómenos complementares: a fecundação e a meiose. A fecundação, ao duplicar o número de cromossomas do ovo, inaugura uma etapa do ciclo de vida em que as estruturas dele resultantes são constituídas por células diplóides – a diplofase – que termina na meiose. A meiose dá ínicio a uma etapa do ciclo de vida em que as estruturas possuem células haplóides – a haplofase – que termina na fecundação. Esta alternância entre diplofase e haplofase chama-se alternância de fases nucleares.
Há diversos ciclos de vida, no entanto eles possuem em comum a complementaridade da meiose e da fecundação e uma alternância de fases nucleares. Os ciclos de vida distinguem-se sobretudo pelo momento do ciclo em que ocorre a meiose. Existem assim três tipos de ciclos de vida:
Ciclo de vida haplonte – a meiose ocorre imediatamente após a formação do ovo – meiose pós-zigótica. A diplofase está resumida ao ovo, pertencendo todas as outras estruturas à haplofase, incluindo o organismo adulto.
Ciclo de vida diplonte – a meiose ocorre antes da formação dos gâmetas – meiose pré-gamética. As gâmetas são as únicas células haplóides devido a este acontecimento, sendo todas as outras estruturas pertencentes à diplofase, incluindo o organismo adulto.
Ciclo de vida Haplodiplonte - a meiose ocorre antes da formação de esporos – meiose pré-espórica. A haplofase inicia-se com os esporos que, através de mitoses sucessivas, originam estruturas multicelulares, os gametófitos, onde se formarão os gâmetas femininos e masculinos (oosferas e anterozóides). Após a fecundação, o zigoto inicia a diplofase e origina uma entidade multicelular diplóide que, na maioria das plantas, é a planta adulta. Essa planta adulta, o esporófito, irá sofrer meiose originando esporos. Para além de ocorrer alternância de fases nucleares, existe também uma alternância de gerações, a geração gametófita e a geração esporófita.
Reflexão: Existe uma grande diversidade de ciclos de vida, havendo, no entanto, processos comuns a todos eles. A ocorrência de meiose e de fecundação no ciclo de vida de um organismo tem como consequência a existência de alternância de fases nucleares.
Star Trek
Divulgadas as informações finais do filme Star Trek, dirigido pelo visionário J.J. Abrams, cabeça pensante por trás das séries Fringe e Lost e produzido por Damon Lindelof, roteirista de Lost.
ELENCO
Sulu - John Cho
Sarek - Ben Cross
Pike - Bruce Greenwood
Scotty - Simon Pegg
Kirk - Chris Pine
Spock - Zachary Quinto
Amanda Grayson - Winona Ryder
Uhura - Zoë Saldana
Chekov - Anton Yelchin
Spock (mais velho) - Leonard Nimoy
Reflexão: Embora nunca tenho visto os filmes ou series anteriores do Star Trek. Esta última versão de 2009 do Star Trek não me deixou nada descontente. Com um espectacular elenco como Chris Pine de "Just my luck", "blind dating" e "carriers", mais Zachary Quinto de "Heroes". Com uma excelente participação de Simon Pegg um dos meus actores cómicos preferidos que fez "shaun of the dead","hot Fuzz" e "How lose friends and alienate people". Este filme é um dos principais concorrentes aos globos de ouro.
Meiose
Neste processo, o número de cromossomas é reduzido para metade. Origina células haplóides, uma vez que vão ter apenas um cromossoma (n) de cada par de cromossomas homólogos da célula original.
Na meiose ocorrem duas divisões fundamentais: a divisão I e a divisão II.
Divisão I
A divisão I ocorre após a Interfase (como a mitose). Como no período S da interfase ocorre replicação de DNA, os cromossomas no início da meiose serão formados por dois cromatídios.
A divisão I divide-se em quatro subfases:
Na meiose ocorrem duas divisões fundamentais: a divisão I e a divisão II.
Divisão I
A divisão I ocorre após a Interfase (como a mitose). Como no período S da interfase ocorre replicação de DNA, os cromossomas no início da meiose serão formados por dois cromatídios.
A divisão I divide-se em quatro subfases:
- Prófase I: Os dois cromossomas de cada par emparelham, justapondo-se gene a gene, formando bivalentes. Ao dar-se o emparelhamento, surgem pontos de cruzamento homólogos, os pontos de quiasma. Ao nivel destes pontos, pode haver ruptura de cromatidios, podendo haver ocorrer trocas recuprocas de segmentos de cromatidios entre dois cromossomas homologos. este fenomeno designa-se por crossing-over.
- Metáfase I: Os pares de cromossomas ligam-se a microtúbulos do fuso acromático pelos centrómeros, e dispõem-se no plano equatorial do fuso acromático aleatoriamente, ficando os cromossomas de cada par de homólogos com os centrómeros orientados para os pólos opostos e os pontos de quiasma na região equatorial.
- Anáfase I: Ocorre a separação dos cromossomas homólogos e, em seguida, ocorre a ascensão polar devido à quebra dos pontos de quiasma e, assim, um cromossoma de cada par de homólogos dirige-se para um dos pólos. Ocorre redução, para metade, do número de cromossomas.
- Telófase I: Os cromossomas descondensam-se. Desaparece o fuso acromático. Reconstitui-se a membrana nuclear. Inicia-se a individualização de dois núcleos haplóides, que têm metade do número de cromossomas do núcleo diplóide inicial.
A divisão II divide-se em quatro subfases:
Prófase II
Metáfase II
Anáfase II
Telófase II
Em cada subfase, o procedimento é igual ao da Mitose. No final da divisão II formam-se 4 células haplóides, contendo, cada uma, um cromossoma de cada par de homólogos da célula inicial.

Reflexão: A reprodução sexuada implica a ocorrência da fecundação e a meiose que se complementam. A meiose leva a uma redução cromossómica e a fecundação à sua duplicação, permitindo que o número de cromossomas de cada espécie se mantenham constante ao longo dos tempos.
Reprodução Sexuada - Fecundação
A reprodução sexuada implica que ocorra a fusão de dois gâmetas (o feminino e o masculino), ou seja, é necessário que ocorra fecundação. A célula resultante vai ser o ovo ou zigoto que, no seu núcleo, tem cromossomas de origem paterna e materna. A cada par de cromossomas, um de origem materna e outro de origem paterna, chama-se cromossomas homólogos, que têm a mesma forma, estrutura, e têm informação genética para os mesmo caracteres.

Às células, como o ovo, cujos núcleos têm pares de cromossomas homólogos, chamam-se células diplóides, representando-se a sua constituição cromossómica por 2n.
Conclui-se assim, que a fecundação tem como consequência uma duplicação cromossómica. No entanto, para que a quantidade de DNA de cada espécie se mantenha constante de geração em geração, é preciso que ocorra um processo de divisão nuclear, a meiose.
Às células, como o ovo, cujos núcleos têm pares de cromossomas homólogos, chamam-se células diplóides, representando-se a sua constituição cromossómica por 2n.
Conclui-se assim, que a fecundação tem como consequência uma duplicação cromossómica. No entanto, para que a quantidade de DNA de cada espécie se mantenha constante de geração em geração, é preciso que ocorra um processo de divisão nuclear, a meiose.
Clonagem nos animais
Pode ocorrer por divisão embrionária, que é o que acontece na formação de gémeos verdadeiros: dá-se a separação das duas células provenientes da primeira divisão mitótica do ovo, originando embriões geneticamente iguais.
Pode ocorrer por outro processo: o da transferência nuclear de uma célula somática, que foi o processo que esteve na origem da ovelha Dolly.

A possibilidade de clonar um animal por este processo evidencia que o núcleo de uma célula diferenciada pode perder a sua especificidade comportando-se como o núcleo de um ovo a partir do qual ocorre o desenvolvimento de um ser multicelular.
Estas técnicas no entanto ainda possuem elevadas taxas de insucesso, pois são mal conhecidos os mecanismos celulares reguladores da expressão genética.
A aplicação destas técnicas reprodutivas em humanos levanta questões éticas e legais muito sérias, que se prendem com o problema da identidade individual, e a legitimidade da produção e manipulação de embriões para fins terapêuticos.
Pode ocorrer por outro processo: o da transferência nuclear de uma célula somática, que foi o processo que esteve na origem da ovelha Dolly.
A possibilidade de clonar um animal por este processo evidencia que o núcleo de uma célula diferenciada pode perder a sua especificidade comportando-se como o núcleo de um ovo a partir do qual ocorre o desenvolvimento de um ser multicelular.
Estas técnicas no entanto ainda possuem elevadas taxas de insucesso, pois são mal conhecidos os mecanismos celulares reguladores da expressão genética.
A aplicação destas técnicas reprodutivas em humanos levanta questões éticas e legais muito sérias, que se prendem com o problema da identidade individual, e a legitimidade da produção e manipulação de embriões para fins terapêuticos.
Clonagem nas Plantas

Vantagens:
- Utilizando a técnica de micro-propagação in vitro , pode-se produzir rapidamente milhares de plantas a partir de uma única planta original (economia de energia);
- As plantas obtidas estão em completo estado sanitário;
- Pode-se recuperar espécies ameaçadas de extinção;
- As caracteristicas estruturais e funcionais da planta original permanecem em todos os descendentes (homogeneidade genética).
Desvantagens:
- Requer uma técnica especializada;
- equipamentos sofisticados;
- Pessoal qualificado;
- Se ocorrer uma modificação a nivel genético que traga alterações fatais, como os indivíduos têm todos a mesma informação genética, conduz-se à extinção da espécie em questão.
Reprodução nos seres vivos - Reprodução assexuada
A reprodução é o conjunto de processos pelos quais os seres vivos originam novos indivíduos idênticos a si próprios, permitindo a continuidade das gerações. Há dois tipos fundamentais de reprodução: a sexuada e a assexuada. A reprodução baseia-se sempre na divisão celular e na capacidade de replicação do DNA, o que garante a passagem de informação genética ao longo das gerações.
Na reprodução assexuada formam-se novos indivíduos a partir de um só progenitor, sem ocorrer fecundação e ocorre nos seres procariontes, na maioria dos seres unicelulares eucariontes e em alguns seres multicelulares.
Há vários processos da reprodução assexuada:
Na reprodução assexuada formam-se novos indivíduos a partir de um só progenitor, sem ocorrer fecundação e ocorre nos seres procariontes, na maioria dos seres unicelulares eucariontes e em alguns seres multicelulares.
Há vários processos da reprodução assexuada:
- A bipartição ou fissão binária: a célula divide-se em duas células-filhas idênticas (ex: paramécia, bactérias, planária);
- A gemulação: surgem pequenas saliências (gomos ou gemas) no progenitor que se desenvolvem e separam originando um novo ser, inicialmente de pequena dimensão (ex: leveduras, hidra, anémonas-do-mar);
- A esporulação: ocorre produção (em órgãos especializados, os esporângios) de células reprodutoras, designadas de esporos capazes de originar novos descendentes quando as condições do meio são favoráveis (ex: bolor do pão ou da fruta).
- A partenogénese: a partir de óvulos não fecundados originam-se novos indivíduos (ex: rotíferos, dáfnias, e pulgões ou afídios);
- A fragmentação: ocorre a fragmentação do organismo em várias porções capazes de regenerar as partes em falta para constituir um novo organismo completo (ex: estrela-do-mar; algas; plantas);
- A multiplicação vegetativa: ocorre a formação de novos seres a partir de determinados órgãos vegetais: raízes, caules (rizomas, tubérculos) e folhas.
Neste tipo de reprodução verificam-se multiplicações celulares em que o núcleo se divide por mitose e, por isso, os indivíduos das sucessivas gerações são idênticos geneticamente entre si e ao respectivo progenitor sendo designados de clones. Consequentemente, estes processos reprodutivos são modos diferentes de clonagem. A reprodução assexuada mantém deste modo a estabilidade dos caracteres nos indivíduos de uma espécie, ao longo do tempo.
Reflexão: Na reprodução assexuada, sendo em seres unicelulares e em seres multicelulares, esta pode-se efectuar de vários processos, mas apenas intervindo um progenitor. Além disto o único processo que se verifica na reprodução assexuada é a mitose, e assegura a continuidade genética, isto é, os novos individuos são geneticamente idênticos entre si e idênticos ao progenitor.
Reflexão: Na reprodução assexuada, sendo em seres unicelulares e em seres multicelulares, esta pode-se efectuar de vários processos, mas apenas intervindo um progenitor. Além disto o único processo que se verifica na reprodução assexuada é a mitose, e assegura a continuidade genética, isto é, os novos individuos são geneticamente idênticos entre si e idênticos ao progenitor.
Estabilidade Genética
A estabilidade genética só é possível devido à replicação semiconservativa do ADN na fase S da interfase, que origina cromossomas constituídos por dois cromatídios unidos pelo centrómero. Isto permite que na anáfase ocorra a distribuição equitativa de cromossomas e, consequentemente, de ADN, para as células-filhas. Caso não ocorra nenhum erro, isto garantirá que no final na fase mitótica as duas células resultantes possuam o mesmo conjunto de genes e informação genética que a célula-original, garantindo assim a estabilidade genética através de gerações.
Outbreak
Outbreak (
Epidemia)
-
Realização: Wolfgang Petersen
-
Interpretação: Morgan Freeman, Cuba Gooding Jr., Kevin Spacey, Dustin Hoffman, Rene Russo
Sinopse: Em África. Um vírus desconhecido extermina a população e os animais de uma pequena tribo. Convocados, o Dr. Sam Daniels e sua equipe estão frente a frente com uma nova e perigosa doença. Estados Unidos... Um macaco, portador do vírus, é contrabandeado para a pequena cidade de Cedar Creek e contamina o jovem Jimbo (Patrick Dempsey). Em pouco tempo, a doença começa a mostrar sinais de que está se espalhando a uma velocidade assustadora. Ao lado de sua ex-mulher, Dra. Robby Keough (Rene Russo), Daniels luta contra o tempo para descobrir um antídoto... enfrentando a resistência do General Billy Ford (Morgan Freeman) e as tropas armadas de McClintock (Donald Sutherland), que invadem a cidade para esconder um terrível segredo militar.
Trailer:
Ciclo celular
Reflexão:O Ciclo celular é definido como o crescimento e a divisão da célula, de forma contínua e repetitiva. Considera-se assim o ciclo celular, como sendo o conjunto de transformações que decorrem desde a formação de uma célula até ao momento em que ela própria, por divisão, origina duas células.O mecanismo que faz com que as células se multiplicam, dando origem a outras células tem o nome de divisão celular. A célula que se divide é chamada célula original ou mãe e as novas células são as células-filhas. Posteriormente estas células filhas poderão também tornar-se células mães, numa nova geração.
Estrutura dos cromossomas das células eucarióticas
Os cromossomas encontr
am-se no núcleo da célula, e são moléculas de DNA associadas a proteínas designadas histonas. As proteínas representam mais de 50% da totalidade do cromossoma, e são responsáveis pela forma física do cromossoma, regulando também a actividade do DNA que transporta a informação genética.
Cada porção de DNA associado às histonas constitui um filamento de cromatina. Estes filamentos encontram-se, quase sempre, dispersos no núcleo da célula.
Em alguns
períodos da vida celular, cada cromossoma é formado por uma única molécula de DNA associada a proteínas, ou seja, um cromatídio. Noutros períodos, o DNA duplica e o cromossoma fica constituído por 2 cromatídios, ligados pelo centrómero.
Quando a célula se encontra em divisão, os cromossomas sofrem espiralização (condensação), originando filamentos curtos e espessos observáveis ao microscópio óptico. Na condensação o DNA enrola-se em torno das histonas formando nucleossomas, conduzindo à formação de cromossomas no seu estado mais condensado constituídos por 2 cromatídios.
Quando, pelo contrário, o cromossoma se apresenta distendido, é fino e de difícil visualização ao microscópio óptico.
am-se no núcleo da célula, e são moléculas de DNA associadas a proteínas designadas histonas. As proteínas representam mais de 50% da totalidade do cromossoma, e são responsáveis pela forma física do cromossoma, regulando também a actividade do DNA que transporta a informação genética.Cada porção de DNA associado às histonas constitui um filamento de cromatina. Estes filamentos encontram-se, quase sempre, dispersos no núcleo da célula.
Em alguns
Quando a célula se encontra em divisão, os cromossomas sofrem espiralização (condensação), originando filamentos curtos e espessos observáveis ao microscópio óptico. Na condensação o DNA enrola-se em torno das histonas formando nucleossomas, conduzindo à formação de cromossomas no seu estado mais condensado constituídos por 2 cromatídios.
Quando, pelo contrário, o cromossoma se apresenta distendido, é fino e de difícil visualização ao microscópio óptico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

